Newsletter Yoga Sámkhya

2008 Novembro

Faça algo por si!

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 Pela sua Saúde!

Pratique Yoga enquanto é tempo!

Um esforço que dá prazer!

A 10 minutos de metro de qualquer ponto da cidade!

não tente enganar-se a si próprio!

Quem quer consegue!

 

Como surge o movimento?

Como surge o Movimento?:

Os músculos actuam aplicando tensão nas partes de inserção nos ossos, e estes, por sua vez, formam diversos sistemas de alavancas, o que permite ao corpo realizar muitos tipos de movimentos.

 

Existem tipos muito variados de músculos, alguns longos, permitindo movimentos amplos, outros curtos, com grande área de secção transversa e, portanto, podendo produzir forças extremas de contracção por curto espaço de tempo.

 

 

Co-activação de músculos antagonistas

 

Os músculos esqueléticos, que são os responsáveis pela postura e pelo movimento, estão ligados aos ossos e dispostos em grupos opostos em volta das articulações - músculos antagonistas.

 

Virtualmente, todos os movimentos corporais, extensão e flexão, são causados pela estimulação simultânea dos músculos antagonistas.

 

Isto é chamado de co-activação dos músculos antagonistas e é controlado pelos mecanismos motores do encéfalo e da espinal-medula.

 

É o caso dos músculos que dobram o cotovelo (bicípete), que são equilibrados pelos músculos que os estendem (tricípete).

  

Constituição do Músculo

No músculo estriado esquelético as fibras musculares estão organizadas em grupos de feixes envolvidos por uma camada de tecido conjuntivo, chamado o epimísio.

Do epimísio partem septos muito finos de tecido conjuntivo, que se dirigem para o interior do músculo, separando os feixes; estes septos são chamados de perimísio e envolvem cada feixe de fibras musculares.

Cada fibra muscular, por sua vez, está envolvida por um delicado tecido de sustentação denominado endomisío.

Os vasos sanguíneos penetram no músculo através dos septos do tecido conjuntivo e formam uma rede de capilares que correm entre as fibras musculares.

Alguns músculos afilam-se nas extremidades, onde se observa uma transição gradual de músculo para tendão. 

Cada fibra muscular apresenta perto do seu centro uma terminação nervosa motora, a chamada placa motora.

O citoplasma da fibra muscular apresenta-se preenchido principalmente por fibrilhas paralelas, as miofibrilhas, que podem ir de várias centenas a vários milhares. 

Cada miofibrilha é formada por unidades morfofuncionais – os sarcómeros. 

As funções altamente especializadas das organelas citoplasmáticas das células musculares levaram ao uso de uma terminologia especial para alguns dos seus componentes: membrana plasmática = sarcolema; citoplasma = sarcoplasma; retículo endoplasmático = retículo sarcoplasmático; mitocondrias = sarcossomas.

Como funciona o músculo?

A contracção de todos os músculos é iniciada por impulsos eléctricos, que podem ser transmitidos por células nervosas ou criados artificialmente.

O sinal eléctrico gerado em qualquer dos casos desperta uma série de acontecimentos que conduzem ao ciclo de pontes entre a miosina e a actina, criando força.

O que ocorre num músculo esquelético, desde a excitação, contracção até ao relaxamento:

1.      Um sinal eléctrico (potencial de acção) viaja pela célula nervosa, provocando a libertação de uma mensagem química (neurotransmissor) para um intervalo entre a célula nervosa e a célula muscular. Este espaço denomina-se fenda sináptica;

2.      neurotransmissor atravessa esse espaço, liga-se a uma proteína (receptor) na membrana da célula muscular e provoca um potencial de acção na célula do músculo;

3.      potencial espalha-se rapidamente ao longo de célula muscular e entra na célula pelo túbulo T;

4.      potencial de acção abre as portas do local de armazenamento do cálcio no músculo (sarcoplasma reticular);

Os iões de cálcio escorrem para o citoplasma, onde os miofilamentos de miosina e actina se encontram;

6.      Os iões de cálcio ligam-se ás moléculas de troponinatropomiosina, localizadas nos canais dos miofilamentos de actina. Normalmente, as moléculas de tropomiosina em forma de vara cobrem os lugares dos miofilamentos de actina onde a miosina pode formar ligações;

7.      Além de estabelecer ligações com os iões de cálcio, a troponina muda de forma e retira a tropomiosina para fora do canal, expondo os lugares de ligação da actina-miosina;

8.      A miosina interage com a actina em ciclos, como anteriormente descrito. O músculo por sua vez produz força, encolhendo;Depois do potencial de acção ter passado, as portas do cálcio fecham e as bombas de cálcio localizadas no retículo sarcoplásmico retiram o cálcio do citoplasma;

9.      Quando o processo anterior ocorre, os iões de calcio libertam-se da troponina; A troponina regressa à sua forma original e permite à tropomiosina cobrir as ligações de actina-miosina no miofilamento de actina; Não restando locais de ligação disponíveis, não se podem estabelecer ligações e o músculo relaxa.

A contracção muscular é assim regulada pelo nível de iões de cálcio no citoplasma. Nos músculos esqueléticos, os iões de calico trabalham ao nível da actina (contracção regulada por actina). São responsáveis por deslocar o complexo troponina-tropomiosina dos locais de ligação, permitindo que a actina e a miosina interajam.

É preciso energia?

Mas para que haja contracção das fibras musculares é necessária energia.

A molécula de miosina é grande, em forma de bastão, sendo formada por dois peptídios enrolados em hélice. Numa das suas extremidades a miosina apresenta uma saliência globular ou cabeça, com locais específicos para combinação com ATP e é dotada de actividade ATPásica.

Quando o músculo é estimulado, a molécula de troponina altera a sua forma, afundando a tropomiosina no seu sulco e libertando na actina os centros de actividade que se  combinam com as cabeças de miosina. Por isso a troponina é chamada de gatilho de contracção muscular.

Respiração celular aeróbia e anaeróbia

O rendimento da respiração celular aeróbia é 66% e anaeróbia 43%. O restante transforma-se em calor e, portanto, não podem ser utilizados pelas células para desempenhar suas funções específicas. 

 

Respiração

 

Anaeróbia

Aeróbia

Energia total libertada

56.000

686.000

Energia aproveitada (ATP)

24.000

456.000

Energia dissipada (calor)

32.000

230.000

Rendimento energético

43%

66%

 

 

 Verificamos que na respiração aeróbia, (na presença de oxigénio) se obtêm 19 vezes mais energia do que na respiração anaeróbia. Por este motivo, a presença de oxigénio nas nossas células é muito importante.

Obtenção de Oxigénio O2

O Oxigénio é obtido através da respiração pulmonar.

O ar entra pelo nariz contacta com os pedúnculos olfactivo, percorre as fossas nasais e passa para a faringe; daí desce pela laringe que é continuada pela traqueia. Esta divide em dois tubos, denominados brônquios; cada brônquio leva a um pulmão e por fim o ar chega aos alvéolos pulmonares.

Na respiração, o oxigénio do ar inalado entra no sangue e o dióxido de carbono é exalado para a atmosfera. O intercâmbio destes gases ocorre quando o ar chega aos alvéolos, que é a parte funcional do pulmão. É aí que o sangue venoso se transforma em sangue arterial, fenómeno conhecido por hematose. Este é devolvido ao coração que o bombeia para todo o corpo.

O transporte de oxigénio está a cargo da hemoglobina, proteína presente nas hemácias. Cada molécula de hemoglobina combina-se com 4 moléculas de gás oxigénio, formando a oxi-hemoglobina. 

Respiração Nasal

No Yoga a respiração é nasal, permitindo o aquecer, humedecer, libertar poeiras do ar e contactar com o bolbo olfafivo que é um “pré-cerebro” pertencente ao sistema límbico e capaz de distinguir mais de 5000 odores diferentes antes de levar a informação ao cérebro.

O Yoga ensina a aumentar o rendimento da respiração

Os nossos pulmões possuem o formato de um triângulo, cuja base, zona maior, se encontra na face inferior. Como podemos utilizar essa parte dos nossos pulmões?

Os pulmões não possuem massa muscular suficiente para provocar a entrada e saída de ar. Estes utilizam os movimentos da caixa torácica, de baixa amplitude e do diafragma, membrana que separa a caixa torácica da abdominal, de grande amplitude.  

O Yoga explora-se toda a capacidade pulmonar com especial incidência para a zona baixa dos pulmões a mais volumosa (respiração abdominal), usando-se conscientemente o diafragma (processo natural). Utilizando-se 7 litros de ar por respiração. 

No Yoga enfatizam-se quatro fases da respiração ( em vez de duas): 

  • Rechaka – Expiração consciente eliminando o máximo ar residual.

  • Shúnyaka – retenção com os pulmões vazios

  • Puraka – inspiração de forma completamente extraordinária da capacidade pulmonar, aperfeiçoada por milhões de anos de utilização da nossa espécie e hoje tão mal tratada

  • Kumbhaka – retenção com os pulmões vazios

Em seguida explica-se a visão ocidental do ar pulmonar. 

Na inspiração:

  • Ar corrente = 0.5l – volume de ar que se inspira e expira novamente”, tranquilamente. Mas que pode ser aumentado com o exercício.

  • Ar complementa r= 3.5l é o ar que se inspira para além do ar corrente se envolvermos a vontade e atenção no processo.

Na expiração

  • Ar suplementar(ou de reseva) = 1.5l – é o volume de ar que se pode forçar sair dos pulmões aós uma expiração tranquila.

  • Ar residual = 1.5l é o ar suspenso nos alvéolos contraídos  mais o ar que permanece nas passagens (traqueia, brônqueos, bronquíolos) e que não se encontra disponível para trocas gasosas.

 

Na respiração usada no Yoga, o ar permanece mais tempo na zona maior dos pulmões que é a zona inferior, facilitando as trocas gasosas entre o ar existente nos alvéolos pulmonares e o retículo de capilares sanguíneos que os banha, aumentando o rendimento de absorção de oxigénio, e consequentemente o rendimento da respiração celular.

Crianças

Horário das aulas do Yoga para crianças dos:

  • 6 aos 12 anos: 3ª feira às 17h e ás 18h e 5ª feiras às 19:30.

  • 3 aos 6 anos: ministrado nas instituições que nos solicitarem

Informe-se em: http://www.yogaporto.com/html/gestores.htm ou contacte Catarina Ferreira: 968 849 043

Seniores

Horário das aulas do Yoga para Seniores:

  • 2ª e 5ª às 11h e ás 12h

  • 3ª e 5ª às 15h, 16h e 17h

Informe-se em: http://www.yogaporto.com/html/gestores.htm ou contacte Catarina Ferreira: 968 849 043

jovens e adultos

Horário das aulas:

Horário  2008/2009

2º feira

3ª Feira

4º feira

5ª feira

6ª feira

11.00 -12:00

   

11.00 -12:00

 

12:00 -13:00

   

12:00 -13:00

 

13:00 - 14:00

12:30 - 13:30

 

13:00 - 14:00

12:30 - 13:30

 

       
 

15:00 -16:00

 

15:00 -16:00

 

16:00 - 17:00

 

16:00 - 17:00

 

17:00 - 18:00

 

17:00 - 18:00

 
 

18:00 - 19:00

 

18:00 - 19:30

 

19:00 - 20:30

 

19:30 - 20:30

 

 

20:30 - 21:30

 

20:30 - 21:30

 

21:00 - 24:00

       

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Promoções

Inicio do ano lectivo 2008/2009

  • Casais 50 % de desconto na mensalidade  e taxa de inscrição individuais

  • Crianças e estudantes com mensalidades únicas de 25 euros e isentos de taxa de inscrição

  • Seniores com mais de 65 anos mensalidade única de 30 euros.

  • Invisuais e surdo com aulas gratuitas

não deixe para amanhã o que pode começar hoje

Mais info: 968 849 043

outros locais

Locais onde pode praticar Yoga com Qualidade:

  • Centro do Yoga do Porto - Bhárata - 968 849 043 ou 220 130 750

  • Centro do Yoga de Lavra - Praia do Corgo - 919 291 351

  • Centro do Yoga de Paranhos - Covêlo - 919 641 719

Locais adaptados para a prática do Yoga:

  • FEUP - 968 849 043

  • ISEP - 968 849 043

  • IPO - 968 849 043

  • Piscinas da Constituição - 963 938 693

  • IVP - 963 932 693

Catarina Ferreira

Delegação Norte da Associação Lusa de Yoga

Centro Bhárata, Centro de Yoga do Porto

R. Camões, Ed. Camões, 115, 2º, sala 12 - Porto

Telef: 968 849 043  e 220 130 750

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